A qualidade é a sua recompensa
Vamos para a última aula de escrita avançada.
A qualidade é a sua recompensa. O que eu quero dizer com isso? Existem muitos criadores de IA nessa plataforma hoje em dia e a maioria desses criadores está aqui só para ganhar dinheiro.
Ainda assim, eu não tiro o mérito deles. Eu não vejo nada de errado no que eles fazem. E eu acho que a gente pode aprender muito com alguns deles que fazem bem o seu serviço.
Continue parecendo humano
Então, retomando a linguagem de Blue Lock, a gente tem permissão para devorar esses caras, para aprender tudo o que a gente consegue aprender com eles.
Mas eu reforço para que você continue usando as ferramentas que eu te passei aqui para continuar sendo e parecendo um humano, parecendo uma pessoa falando com uma pessoa.
Daqui para frente, cara, daqui para frente é só para trás. Daqui alguns anos, o YouTube vai estar quase totalmente dominado pela IA.
Vai ter muito canal de IA. Só que eu acredito que eles não vão entrar nos nossos nichos. Talvez entrem, não sei. Quando isso acontecer, a gente se adapta, a gente aprende IA também. Eu vou aprender IA também e vou colocar aqui também, com certeza. Mas continue usando as ferramentas que eu passo para você para continuar sendo um humano.
Nossa vantagem
Como eu comentei um dia num vídeo do Haaland, a nossa vantagem é ser de carne.
Como os outros podem te ajudar?
A gente tem um grupo de WhatsApp no Anual e a gente também vai ter, daqui um tempo, provavelmente quando você estiver vendo essa aula, um servidor no Discord para os membros do Anual.
Se você é do Mensal, com o tempo o Mensal vai deixar de existir, porque todas essas aulas aqui vão ser disponibilizadas gratuitamente dentro de um site que eu vou fazer.
O futuro da Próxima Peça
Eu vou vender somente o Anual.
O Anual vai ser R$ 500. Ele vai continuar o mesmo preço para as pessoas que já entraram nele, mas eu vou adicionar algumas coisas aqui.
O Anual vai ser vendido por mais ou menos uns R$ 500 e o Mensal vai deixar de existir, porque todas as aulas vão ser disponibilizadas gratuitamente em um site que eu vou deixar de graça para todos os meus inscritos acessarem.
Por quê? Porque isso vai de encontro ao propósito da Próxima Peça quando eu construí ela, que era ajudar o carinha que queria começar a fazer alguma coisa e não tinha informação.
O que será vendido
Se eu continuar vendendo essa informação por um preço tão baixo, esse preço baixo de R$ 20 pode se tornar um empecilho para as pessoas que não têm esses R$ 20.
Então eu quero elevar um pouco a régua do jogo do YouTube. Eu vou disponibilizar tudo isso que eu vendi para vocês. Eu vou disponibilizar de graça.
Então o que vai ser vendido no Anual? Vai ser vendido o meu acompanhamento. Assim como era, vai continuar sendo as calls.
Uma call por mês, que agora a gente vai fazer no Discord. Vai ter sessões no Zoom, grupo de WhatsApp de acompanhamento, lives. Vai ter bastante coisa que eu vou lançar para o Anual esse ano ainda.
Aproveite enquanto o preço é menor
Então, se você está no Mensal, considera entrar no Anual para garantir o preço baixo enquanto ele ainda é R$ 200.
E, se você está no Anual, você vai ganhar bastante coisa com o tempo.
Fechou?
Então, por que eu falei disso?
Como os outros podem te ajudar
Porque existe uma coisa aqui: como os outros podem te ajudar.
Sempre que você terminar um roteiro, peça para alguém aqui de dentro da Próxima Peça, do Anual ou do Mensal, enquanto existia o Mensal, dar uma lida.
Não para te dar a opinião do que essa pessoa acha sobre o assunto, e sim dizer o que ela não entendeu.
Esse é o ouro.
O objetivo da revisão
O seu objetivo é ser compreendido. Ser entendido por quem te escutar.
E existe uma coisa chamada maldição do conhecimento.
O que é a maldição do conhecimento?
A gente geralmente acha que todo mundo sabe o que a gente sabe.
A maldição do conhecimento
Por isso a gente tende a não explicar algumas coisas.
Por exemplo, agora, nos últimos vídeos, eu comecei a explicar algumas coisas de novo que as pessoas não entendem.
Por exemplo, quem é o Isagi. Quando uma pessoa chega no vídeo do Snuffy, eu explico: “Se alguém não sabe, o Isagi tem tal e tal habilidade, porque ele é tal personagem.”
Eu tenho que admitir que uma pessoa que está entrando ali pode não conhecer o meu canal.
Faça vídeos para quem não conhece você
Porque eu quero que pessoas que não conheçam o meu canal entrem ali.
É só assim que eu vou crescer. Eu não vou crescer se eu continuar fazendo vídeos para as pessoas que me conhecem.
Eu vou crescer se o meu vídeo for um ambiente acolhedor para as pessoas que não me conhecem.
E, por isso, eu tenho que explicar as coisas que eu acho que não precisam ser explicadas, de uma maneira que pessoas que não conhecem o nicho consigam entender.
Explique o básico
E isso acontece, meu caro membro, meu caro aluno, com o nosso conhecimento.
Quando você estuda muito sobre historicismo, por exemplo, aquele conhecimento vira um basal para você. Vira automático. Vira natural.
Por isso, a gente tende a pensar que todo mundo sabe as coisas que a gente sabe e tende a não explicar tão bem quanto poderia explicar.
Por isso, sempre se vigie.
Não suponha conhecimento
Sempre se vigie.
Você pode estar reprimindo alguma informação que vai ser útil para um viewer que não conhece essa informação.
Não suponha que um viewer seu de determinado vídeo já viu outros vídeos seus.
Porque você quer que cheguem pessoas novas.
A melhor forma de descobrir isso
Então você quer explicar as coisas que acha que não precisa explicar.
E uma maneira de ser mais compreendido e de se vigiar contra a maldição do conhecimento é pedir para outras pessoas lerem o seu roteiro.
Peça para os membros do grupo. Peça. Se eu tiver um tempo, eu leio o seu roteiro também.
Mas peça para as pessoas lerem o seu roteiro com a intenção de dizerem se elas não entenderam alguma coisa.
O que você deve pedir para a pessoa analisar
Não para a pessoa te dar uma opinião do que ela acha do que você está falando, porque o seu conteúdo é seu. Isso não vai mudar. O seu conteúdo é seu e ninguém pode mudar o seu conteúdo. Você não precisa pedir permissão para ninguém para falar o que você quer falar na internet, porque isso é a expressão da sua personalidade.
Você não vai alterar o seu conteúdo. Você está pedindo para as pessoas dizerem se elas entenderam ou não. Se tem alguma coisa que poderia ser melhor explicada. Porque, pensa bem, se um youtuber que está aqui dentro da Próxima Peça não entendeu alguma coisa que você falou, muito possivelmente um viewer também não vai entender o que você falou.
Não deixe o viewer boiando
E daí você não quer deixar o seu viewer boiando, porque isso é um vídeo de pouca qualidade. Isso não agrada. Isso faz ele não clicar novamente para assistir ao teu vídeo. Por que você iria querer fazer isso?
Por causa do tempo. A pessoa mais importante do seu vídeo é o viewer. E, assim como você, meu caro aluno, ele não tem tempo. O seu viewer não tem tempo.
Valorize o tempo de quem assiste
Então o tempo dele precisa ser aproveitado da melhor maneira possível. Eu aprendi isso aqui com o Eslen Delanogare. Quando ele estourou na internet, há alguns anos, os guruzões do digital perguntavam para ele como ele fez para colocar 100 mil alunos em um negócio em menos de um ano.
Aí ele falou que, quando vai a um podcast, tenta valorizar ao máximo o tempo de quem está escutando ele. Por isso ele entrega o máximo de conteúdo e valoriza o tempo da pessoa que está escutando ele, não o dele em explicar. Você, querendo ou não, é um prestador de serviço. O serviço que você presta é um serviço de entretenimento, um serviço de professor, de explicação.
Valor por minuto
Então, a qualidade do seu serviço é proporcional a quanto valor você entrega com o seu conteúdo. O quão legal, o quão divertido é o seu conteúdo. O quanto ele entretém por minuto. Tenta pensar no seu conteúdo em valor por minuto.
A cada minuto, quanto de valor eu estou entregando para a pessoa que está me escutando, para a pessoa que está me assistindo? Talvez youtubers de games ou de outros nichos possam ficar meio perdidos aqui, porque vocês não estão querendo ensinar nada para ninguém. O valor do vídeo de vocês é diferente. O valor do vídeo de vocês é entreter.
Se o seu vídeo não ensina
É contar uma história. E, se vocês estão fazendo isso bem, está tudo certo. Porque, sempre que um viewer deixar o seu vídeo pensando: “Esse vídeo foi muito bom”, ele tende a escolher mais vezes clicar na sua thumbnail quando vê a sua thumbnail de novo.
Porque a pessoa sabe que o tempo dela vai ser gasto com a melhor qualidade possível. Toda vez que alguém clica no seu vídeo, é uma oportunidade que você tem de mostrar para ela o quanto você é bom. O quanto você é massa e o quanto vale a pena passar um tempo com você assistindo a um vídeo.
O YouTube é competição
E você quer causar esse efeito nas pessoas, porque elas vão escolher mais vezes clicar nos seus vídeos depois. É assim que você cria a audiência que eu falei algumas aulas atrás. No final de tudo, mano, YouTube é competição. Ninguém tem tempo de acompanhar dez criadores por dia.
E as pessoas são muito criteriosas sobre onde irão gastar o seu tempo, assim como você é. Você provavelmente é bem criterioso na hora de gastar o seu tempo. Na hora de escolher onde você vai gastar as suas preciosas horas, os seus preciosos minutos, os seus preciosos dez minutos de almoço que você tem. Você não vai gastar assistindo qualquer coisa.
A recompensa da qualidade
Você geralmente tende a gastar os dez minutos que você tem para assistir a um vídeo na hora do almoço com alguém que você já sabe que é bom, com alguém de quem você já viu um vídeo e gostou. Por isso que, como disse William Zinsser, para escrever melhor que os outros é preciso querer escrever melhor que os outros. E isso envolve continuar tentando, tentando e tentando, mesmo vendo pessoas passando na sua frente.
Eu quero finalizar esse módulo com uma história que eu li num livro do Alex Hormozi. Ele é um empreendedor da Gym Launch, fez uns 102 milhões de dólares com a venda do seu último livro. E, no seu penúltimo livro, que é sobre como atrair leads, pessoas que querem comprar seus produtos, na parte em que ele explica sobre advertising, sobre tráfego pago e criação de anúncios, ele conta essa história. É a história do dado de muitas faces.
A história do dado
Eu quero finalizar esse módulo com uma história que eu li num livro do Alex Hormozi. Ele é um empreendedor da Gym Launch, fez uns 102 milhões de dólares com a venda do seu último livro. E, no seu penúltimo livro, que é sobre como atrair leads, pessoas que querem comprar seus produtos, na parte em que ele explica sobre advertising, sobre tráfego pago e criação de anúncios, ele conta essa história. É a história do dado de muitas faces.
Imagina que você e um amigo seu vão jogar um jogo. É um jogo de dados. Cada um de vocês recebe um dado. Um dado tem 20 lados e o outro dado tem 200 lados. E, nos dois dados, existe apenas um lado verde. Todo o resto é vermelho.
Você não sabe qual dado recebeu
Só que você e seu amigo recebem um desses dois dados, mas vocês não sabem qual deles receberam. Você recebe ou o dado de 20 lados ou o dado de 200 lados. Só que você não tem como saber qual é o seu dado. A única coisa que você consegue fazer é rolar ele.
A única informação que você tem é que, quando rola o dado, você vê se deu verde ou se deu vermelho. Então vocês começam a rolar os dados. O jogo tem duas regras. As regras do jogo são as seguintes: você não vê quantos lados o seu dado tem e só consegue ver se ele é verde ou vermelho quando o rola.
As regras do jogo
Se você rolar verde, outro lado do seu dado se torna verde e você pode rolar de novo. Se você rolar vermelho, nada acontece e você pode rolar de novo. Quanto mais você rola, mais lados se tornam verdes. Ou seja, melhor você fica no jogo.
O jogo acaba quando você para de rolar. E, se você parar de rolar, você perde. Então você e seu amigo começam a rolar. De repente, você tira um verde e o seu amigo começa a reclamar porque você já tirou um verde.
Continue rolando
Provavelmente você recebeu o dado que tem menos lados. E vocês continuam a rolar os dados. Quando você rola verde, você pega o dado e rola de novo. Quando você rola vermelho, você pega o dado e rola de novo.
Quando o seu amigo rola verde, você pega o seu dado e rola de novo. Quando os outros jogadores ao seu redor rolam verde, você pega o seu dado e rola de novo. Quanto mais vezes você rolar, mais verdes vão aparecer e mais fácil vai ser tirar um verde na próxima vez.
Todo dado entra numa sequência de verdes
Nesse ponto do jogo, você já entendeu que, com rolagens o suficiente, qualquer dado pode se tornar totalmente verde. Todo dado eventualmente entra numa sequência de verdes, numa sequência de sucessos. Não importa quantos lados ele tem.
Não importa se ele tem 10, 20, 200 ou 2.000 lados. Se você rolar vezes o suficiente, ele vai entrar numa sequência de verdes. E, eventualmente, você chega na sua sequência de verdes.
O erro do seu amigo
O seu amigo fica puto porque ele rolou dois verdes até agora. Ele gasta mais tempo prestando atenção em quantos verdes você rolou e em quantos verdes os outros jogadores rolaram do que efetivamente rolando o próprio dado.
E ele fala que esse jogo é injusto, então não tem por que continuar e desiste. Ele perdeu. Ele desistiu porque perdeu. Você observa isso e continua rolando o seu dado.
O que realmente importa
Agora que um de vocês foi embora, qual dos dados era o de 200 lados e qual era o de 20 lados? A questão é que, se você rolar vezes o suficiente, quantos lados o seu dado tem não importa.
Porque, eventualmente, ele vai se tornar completamente verde. Você só precisa continuar rolando o seu dado. E, ao seu redor, mano, tem diversos players, milhares de players. Todos eles estão rolando os dados deles.
Pare de olhar para o dado dos outros
Você não consegue saber quantos lados o dado deles tem. Você não consegue ver se eles começaram bem ou se começaram mal há muito tempo atrás. A única coisa que você consegue ver é se agora eles estão rolando verde ou não.
Você só consegue saber se agora uma pessoa é boa no que ela está fazendo ou não. Você não consegue ver como ela começou. Você só sabe quantas tentativas você fez. Você não sabe quantas tentativas as outras pessoas fizeram.
A única forma de perder
Você não sabe se ela está na tentativa um, na tentativa cem ou na tentativa cem mil para atingir uma sequência de verdes. A questão é que, nesse ponto, você já entendeu o jogo. Quanto mais vezes você rolar o dado, mais verdes você tira.
E, se você parar de rolar, você perde. Se você desistir, você perde. É assim que funciona. E é assim, o Alex Hormozi fala isso para anúncios pagos, para criação de anúncios, mas serve completamente para o YouTube, porque o que a gente faz é continuar rolando o dado toda vez.
Não contemple o verde
Uma coisa que eu erro bastante é quando eu tiro o verde. Eu fico muito tempo contemplando o verde que eu tirei. Eu tiro um verde e fico lá: “Nossa, que massa. Deixa esse verde rodando bastante tempo aí.” Deixa esse verde como meu último vídeo por uns dois, três meses para ele atingir o máximo potencial.
Não muda nada, cara. O tempo que o dado verde, uma vez que você rola um verde no YouTube, o seu vídeo vai ficar lá verde, gerando visualização. Não importa o que você faça depois. A questão é que todo tempo gasto pensando sobre um vídeo que deu bom, ou todo tempo gasto pensando sobre como fazer vídeos, é um tempo que não é gasto fazendo vídeos em si.
Tempo pensando não é tempo fazendo
Isso é uma frase muito boa que eu peguei do livro do Stephen King, que é sobre escrita. Eu baixei o livro para tentar aprender um pouquinho mais sobre escrita. Estou na metade agora. E, quando ele finalmente vai falar sobre escrever, dar as dicas sobre escrita, ele fala: “Eu vou ser breve porque eu dou valor para o meu tempo e para o seu.”
E nós dois sabemos que todo tempo gasto falando sobre escrever não é gasto escrevendo. Então, mesmo um cara que é muito bom na área dele entende que o tempo gasto pensando sobre aquilo, o tempo gasto estudando aquilo e o tempo gasto planejando aquilo não é gasto fazendo. E o que importa é que você faça, e faça de novo, e de novo, e de novo.
Apaixone-se pelo processo
Não importa se o seu último vídeo deu mil visualizações. Não importa se o seu último vídeo deu duas mil visualizações. Não importa se deu zero visualizações. E não importa se deu um milhão de visualizações.
Um vídeo de um milhão de visualizações não garante nada na sua vida. Ele garante um pouco de euforia momentânea, que vai gerar mais frustração assim que você se deparar com o fato de que tem que fazer outro. Então, o que garante alguma coisa é se apaixonar pelo processo de fazer e se tornar melhor, até que eventualmente mais lados do seu dado se tornem verdes.
O erro que eu vejo acontecer
Cara, isso é uma coisa que eu vejo muito e eu não quero que vocês errem nisso como eu errei e como eu vejo pessoas errando. Frequentemente, durante as minhas pesquisas atrás de ideias outliers, eu me deparo com alguns canais que têm vídeos outliers.
É um vídeo que pegou 150 mil visualizações, 400 mil visualizações, 500 mil, um milhão de visualizações em um canal pequeno, de dois mil inscritos. E provavelmente aqueles dois mil inscritos vieram daquele vídeo. Só que, quando eu vou olhar a frequência do cara, ele estava postando um vídeo a cada duas semanas até postar o vídeo grandão.
Não pare depois do outlier
Depois do vídeo que deu visualização para caramba, o outlier daquele canal, acontece um padrão. Eles fazem o outlier, ele dá muitas visualizações e, por algum motivo que eu desconheço, a pessoa fica muito tempo sem postar depois do outlier.
Evite isso. Eu sei que eu fiz isso porque deixava o vídeo rodando enquanto ia fazer outras coisas. Eu gostava de ficar contemplando o meu vídeo, vendo que ele tinha dado muito certo. Na próxima vez que um vídeo meu der certo, assim como eu acho que o meu último deu certo, eu já vou estar fazendo o próximo.
O prazer está em fazer
Não importa. No final, a gente tem esse entendimento de que o que a gente faz serve para melhorar a vida das pessoas. Sim. Mas, quando a gente pensa na nossa vida, a gente vai ter realização fazendo aquele vídeo.
Eu amo isso. Eu estou empolgado para caramba para fazer um vídeo sobre Hell’s Paradise e pesquisar a filosofia do taoísmo. Cara, quando eu começar a fazer esse vídeo, eu quero ficar uma semana fissurado nessa filosofia, entender tudo sobre o que eles falam.
A paixão pela pesquisa
Na abertura tem uma frase que me chamou muita atenção. É tipo assim: “Eu, que queria me tornar forte, recolhi a fraqueza que tinha jogado fora.”
Tipo, no caminho de se tornar forte, você recolhe as suas fraquezas, porque vulnerabilidade é uma coisa boa. Eu estou com muita vontade de me perder na pesquisa desse vídeo. Entender tudo o que eu puder sobre essa filosofia, que é a próxima coisa que eu quero fazer assim que eu terminar essas aulas.
É uma paixão que eu tenho pelo processo de fazer esse vídeo. E provavelmente ele vai ficar massa porque eu tenho muita vontade de fazer.
Depois de postar, siga em frente
Só que, uma vez que ele esteja postado, não importa mais. Todo o prazer que eu podia obter daquele vídeo, eu obtive fazendo ele, não contemplando ele lá.
Pronto. Vou reformular. Quando a gente termina um vídeo, terminar uma coisa é prazeroso. Ver uma obra completa é muito bom. Como diz a música Lua de Sangue: “É tão linda toda a obra feita. Essa é a minha beleza perfeita.”
As coisas terminadas são muito prazerosas. É muito bom terminar alguma coisa. Só que, uma vez que você termina um vídeo, todo o prazer que você podia ter com ele, meio que você já teve, porque o prazer que você tem com o vídeo é o prazer de fazê-lo. Então, cara, esquece o vídeo que você postou. Não importa se ele deu mil visualizações ou um milhão de visualizações. Vai fazer o próximo. É o melhor que você faz. Pega o seu dado e rola de novo.